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Se tem uma coisa que me deixa de cabelo em pé é o tal calendário de vacinação! É engraçado como a caderneta dos bebês é sempre atualizada, mas, depois de 1 ano e meio, tudo tende a virar uma zona!

Pois é, pessoas! Mas isso não deveria acontecer, pois vacinar nossas pessoinhas, além de preveni-las, ajuda a prevenir o aumento de diversas doenças. E o mais lindo: ajuda as pessoas que têm alguma imunodepressão e não podem ser vacinadas.

Independentemente do padrão financeiro de cada um, o calendário de vacinação do Sistema Único de Saúde é bem amplo! Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde, de todo o País, cerca de 300 milhões de doses de imunobiológicos ao ano, para combater mais de 19 doenças, em diversas faixas etárias, como: BCG (para prevenção da tuberculose em crianças); HPV (vírus do papiloma humano); Pneumocócica (contra a infecção por pneumococo que causa meningite, pneumonia e infecção de ouvido – otite); Febre Amarela; VIP/VOP (vacina inativada e vacina oral contra poliomielite – paralisia infantil); Hepatite B; Penta (vacina contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecção por Haemophilus influenzae); Rotavírus; Hepatite A; Tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela – catapora); Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); Dupla adulto (difteria e tétano); e dTpa (difteria, tétano e pertussis – coqueluche), e Meningite C (conjugada).

Mas, além destas vacinas, existem outras que precisamos nos organizar para dar. Por aqui, dou todas que o governo oferece nos postos de saúde e, de acordo com a orientação da minha pediatra e o aumento da incidência de algumas doenças, acabo dando no setor privado.

Durante muito tempo me perguntei porque o governo não fornece todas as vacinas – afinal, a não vacinação pode se transformar em problema de saúde pública. Quem me respondeu isso foi a pediatra Dra. Ana Escobar, durante um encontro muito legal proporcionado por GSK para falar sobre vacinas. Temos que levar em consideração o custo, que de certa forma, o governo distribui as vacinas com maior incidência de aumento e, o programa está sempre sendo atualizado, vide o caso da vacina de Febre Amarela que já entrou no calendário!

Para ajudá-las, vale a pena ter o calendário de vacinação sempre em mãos. Você pode acompanhá-lo nos sites da Casa de Vacinas GSK, da SBIM ou da SPB para ter sempre o modelo atualizado. Aqui, colo o de hoje, referente a junho de 2018:

Agora me falem, como anda a carteirinha de vacinação da sua pessoinha? Se está faltando alguma dose, corre para conseguir organizar tudo de acordo com o seu tempo e bolso – caso precise recorrer a vacina privada.

Beijos.

PS: Este post foi patrocinado por uma empresa que confia no nosso trabalho e a gente confia no trabalho dela!
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